E eu estava de mãos dadas ao lado dele caminhando pela rua, quando eu me toquei que não queria mais soltar aquela mão, nunca mais, nem pensar. Me dei conta do quanto me sinto segura quando estou segurando aquelas mãos. Me dei mais conta ainda de que não quero outra pessoa ao meu lado, apenas ele, só ele! Respirei leve, o vento bateu, nos olhamos e sorrimos. “Qual a necessidade de abandonar tudo isso?”, pensei comigo. Não há. Não existe substituto. Nunca haverá.
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| — | Andressa Silveira (via voar-te) |





